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Campos do Jordão - 2 dias e meio

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Campos do Jordão é simplesmente BELÍSSIMA! Tá a fim de visitar a cidade do friozinho na Serra da Mantiqueira? A influência alemã e italiana encantam, e a culinária é de ficar mais gordinho! Então confere esse nosso post com todas as dicas! :)


Assista ao nosso vídeo da viagem acima! Não deixe de ver nosso vídeo, ele é legal! :)

Viagem realizada em Março de 2017.

Ideia


Em um determinado momento de nossa vida, começou a parecer que éramos uma das únicas pessoas dentre nossos círculos que não conheciam Campos do Jordão 🇧🇷, essa cidade de que eu nem havia ouvido falar na há pelo menos seis meses - o que talvez seja uma heresia para os paulistas, mas, hey, lembrem-se, somos de Brasília. Então, aproveitando uma viagem para a África do Sul 🇿🇦, que partiria do Aeroporto de Guarulhos (GRU), compramos o trecho BSB-GRU para alguns dias antes e resolvemos visitar a charmosa cidade de influência germânica e italiana que, embora tenha telhados íngremes, apenas é castigada pelo frio intenso, e nunca pela neve.  😜

Se você não tem dinheiro para ir para a Alemanha 🇩🇪... bem, não se engane, talvez não tenha para ir para Campos do Jordão também, porque, que seja preparado o bolso, tudo lá é de arrancar o couro!

Curioso mencionar que a previsão do tempo era de chuva, e inclusive as notícias eram de alagamentos sérios que estavam desalojando inúmeras famílias. Triste. E desesperador! Ficamos com um pouco de medo, mas tivemos sorte. O clima foi bom, e, embora tenha até chovido, foi divertido. 👍

Essa viagem foi totalmente descompromissada em com quase planejamento nenhum. Fomos visitando o que dava na telha. Estávamos comemorando 2 anos de casamento e não queríamos ficar presos a algo. De todo modo, esse é o nosso relato. 😊

Acesso

Pegamos um avião para o Aeroporto de Guarulhos bem cedinho, chegamos às 9h da manhã e lá mesmo alugamos um carro com a Movida. Conseguimos mais barato porque usamos KM de Vantagens, o programa de pontos dos Postos Ipiranga. Havíamos reservado um HB20 automático, porém, como não tinha, recebemos um Chevrolet Spin sem custo adicional. Overkill!



Seguimos pela BR-116, porém, ao invés de entrar em Pindamonhangaba em direção a Campos do Jordão, fomos reto até Aparecida do Norte, onde passamos a tarde no deslumbrante Santuário Nacional de Nossa Senhora de Aparecida ⛪. Mesmo eu, que sou agnóstico, apreciei o local e recomendo. Ficamos lá durante a tarde inteira (depois faço um post só sobre ele, mas vocês podem conferir um pouco do lugar no vídeo). Depois voltamos e pegamos o caminho da serra, subindo até Campos do Jordão. Nosso caminho foi basicamente este aqui. Disseram-me que a estrada era complicada, mas achei ela muito tranquila, bem sinalizada e íntegra, não houve problema algum. Só que subimos bastante, chega a dar pressão no ouvido. Em tempo, sou uma pessoa que dirige pateticamente, então, se estou dizendo que foi tranquilo, então acredite!
Dica #0.1: A pista durante todo o trajeto é ótima, então não há mesmo o que se preocupar. Porém lembre-se de ter em mãos dinheiro para os pedágios, que são muitos. Tenha consigo uns R$50. Só em Aparecida do Norte nos cobraram R$12. Quando crescer, quero ser dono de uma empresa de pedágios, porque o dinheiro que eles ganham não é brincadeira!


No meio do caminho, paramos em um local estratégico para tirar algumas fotinhas, como não poderia faltar. O visual da serra é espetacular. 😮

Também paramos na frente do pórtico, porque essa é outra que não pode ficar de fora. Óbvio, tinha de postar no Instagram que havia chegado, minha mãe sempre precisa saber que eu não havia sido sequestrado por assassinos de brasilienses e estava vivo.

Dia #0: Noite na Villa Capivary

Villa Capivary

Chegamos na pousada Villaggio di Roma e já era noite. Apenas tomamos um bom banho e saímos para a Villa Capivary.



Pelas ruas, há de se perceber o estilo alemão das casas por todos os lados, porém é na tal da Villa Capivary que o visual brilha. 😮Parece realmente outro país. Imitaram direitinho. Não que tenhamos visitado a Alemanha para fazer a comparação, mas se parece muito. Lembrou-nos muito Gramado, outro lugar charmoso. Aliás, a grande impressão era de que estávamos no sul do país, tanto pela vegetação (as belíssimas araucárias por todo canto) quanto pelo clima (fazia uma mínima de 14ºC, um tanto bom para a época). ❄️

Dica #0.2: No final de semana a cidade bomba, acho que independentemente da época. Achar uma vaga na Villa Capivary é uma dor de cabeça das boas. Talvez achar uma pousada dentro da Villa seja uma relação custo/benefício boa para quem não quer se estressar nesse sentido.

Estávamos varados de fome de um bom foundue, e somente poderíamos nos saciar com um, então fomos atrás dele. O que o TripAdvisor recomendava era tipo o olho da cara (200 reais num foundue para dois, credo minha gente, é foundue de queijo ou de ouro derretido com pedacinhos cortados de esmeraldas e rubis para nele passar?), e a maioria dos lugares cobrava por volta de 150 reais. Nessas situações, tento procurar uma árvore de dinheiro, e, como não achei, o negócio era caçar algum lugar mais adequado para os nossos bolsos. Quase todo estabelecimento possui fondue no cardápio, então deu pra andar bastante, até que achamos o Safári Restaurante & Bar. Já que estávamos na vibe de ir para África logo depois, por que não? Cobravam R$120.

Era um preço razoável, naturalmente para um fondue apenas razoável também, mas deu pro gasto. 

Passeamos um pouco mais pela vila. Esse clima alemão tão lindo. Pena que não nem fazer a piada de que é uma Alemanha para pobres, já que deu pra ver que pobreza definitivamente não combinava com o lugar. Tiramos umas fotos e voltamos para a pousada para dormir.


Dia #1: O dia das flores e do sol

Amantikir


Dica #1.1: baixe o mapa de Campos do Jordão no Google Maps antes de andar, pois na maioria dos lugares pelo menos o sinal da Claro não pegava, então, como não havíamos baixado os mapas offline, ficamos um pouco perdidos. E desesperados. E achando que estaríamos perdidos para sempre! 

A previsão do dia era de muita chuva, mas o clima foi fabuloso! Nossa primeira parada do dia era no Amantikir - os Jardins que Falam. É uma grande propriedade com inúmeros jardins de influências de várias partes do mundo. Flores para todos os cantos, mirantes deslumbrantes da serra da mantiqueira e algumas coisas bem diferentes, como labirintos, tornam, ao nosso ver, um local indispensável, sobretudo pelo estado de conservação invejável. 🌻



Gastamos 2h no parque, o que foi um tempo bom e deu para tirar boas fotos. Ah, e não deixem de tentar atravessar o labirinto. Disseram-nos ser fácil, mas até que ficamos um pouco perdidos. Feito baratinhas tontas. Foi legal!



Tarundu


Seguimos depois para o parque Tarundu, tudo porque queríamos ser jogados de um morro em uma bola inflável. São várias as atividades lá: tirolesa, arvorismo, cavalgadas, e você pode conferir no site deles, porém só nos interessava a bola mesmo, a Orbit Indoor. Além do mais, é um lugar bonito. 

É uma experiência sadomasoquista que eu até recomendo bastante. Não faria de novo porque passei um pouco mal, mas mesmo sabendo que passaria mal, acho que gostaria de ter a vivência disso. Apesar de tudo o que vou falar, confesso que eu até recomendo, apenas não me responsabilizo. 



Basicamente você sobe um morrinho, entra em uma bola, é amarrado lá dentro e jogado. Quando você olha a bola descendo pensa que não parece tão rápido assim. Porém, lá dentro, é a coisa mais rápida do mundo. É de deixar tonto qualquer um. Liliam não sentiu muito porque é baixinha, mas, pra mim, a bola ia girando e eu ia sentindo o meu pescoço sendo forçado para frente. Girando. Girando. Girando. E em minha mente giravam também imagens da minha vida inteira, como se ali já não importasse mais nada e o fim fosse certo. Não acabava. Jamais acabaria. Girava também todo o café da manhã que eu tomara previamente, que ainda estava sendo processado em meu organismo, gerando uma espécie de twister em meu estômago. Agradável. 

Assim que a bola parou, tiramos algumas fotos e fomos embora. 

Ah, e tinha um lugar com uns cavalos presos (coitados, acho), mas o que nos chamou a atenção é que um deles era metaleiro. Sem brincadeira, ele fazia com a cabeça exatamente os mesmos movimentos que a Liliam fizesse com as mãos. Confesso que fiquei as próximas 7 noites pensando exclusivamente nisso. Nem o final de Lost foi tão misterioso.




Villa Capivary de dia



Voltamos para a Villa Capivary em busca de um restaurante e entramos no La Gália, pois estávamos a fim de comer uma truta, e lá estava barato. Olha, vão e não hão de se arrepender, é sensacional. Pelo menos pra mim, foi o melhor prato da viagem.

Aproveitamos para andar um pouco pela Villa de dia.


Palácio Boa Vista

O próximo destino do dia foi o Palácio Boa Vista. Segundo o seu site, "foi inaugurado em 21 de julho de 1964, pelo então governador Adhemar de Barros, para servir de residência de inverno do Governador. Com o passar dos anos, adquiriu outra função: a de museu aberto ao público. Numa área de quase três mil metros quadrados, dividida em 35 ambientes e 105 cômodos, o Boa Vista abriga um grande acervo  artístico e cultural, como mobiliários dos séculos XVII e XVIII, antiguidades, esculturas, peças decorativas, objetos religiosos, e obras de artistas contemporâneos, como Tarsila de Amaral, Anita Malfatti, Aldo Bonadei, com destaque para os quadros de Di Cavalcanti".



A visita guiada nos levou pelos cômodos do 1º andar. Dá pra notar que nos outros andares ainda há bem mais, pena que não pudemos visitá-los. De todo modo, a residência é bonita, não tão pomposa, mas bonita. Bom cheirinho de madeira velha onipresente. Vontade de espirrar. Uma história a cada cômodo, enfatizando os estilos de vida da época. Acho que vale bem a visita. Ah, a parte central, aberta, com uma fonte, foi a parte mais bonita. 😉
Dica #1.2: Atentar-se ao horário das visitas guiadas no palácio, pois somente por meio delas é possível visitar o seu interior, e também aos dias de funcionamento. Pelo menos quando visitamos, por exemplo, não funcionava nas segundas e nas terças.
Quem tiver a fim de aproveitar para comer um lanche com uma vista espetacular, pode lanchar no Café Palácio logo ao lado. Não estávamos com fome, então não experimentamos, mas parece bom.


Mirante da Vila Natal



Vimos uma placa de um tal Mirante da Vila Natal. A placa era daquelas tipo do governo mesmo, bonitinha, então resolvemos ir, porque parecia perto no GPS.

Chegamos lá e foi muito engraçado porque o mirante não tinha infraestrutura alguma, era só um pedaço de mato mesmo com uma visão bonita com casas de rico. Até mesmo a placa do mirante era bem rústica. Nada contra, só achamos engraçado, haha. 😆

Um cachorro nos recepcionou e Liliam ficou toda empolgada porque viu um pássaro diferente em uma árvore.


Castelo de Campos do Jordão



Na vibe old-school de seguir placas, também seguimos uma placa. Dessa vez era uma placa nada a ver no meio da rua, escrita à mão. Pensamos que se uma placa bonita nos levava a um lugar sem infraestrutura, então uma placa feia nos levaria a um lugar bem construído.

Dito e feito, chegamos no tal Castelo. Era também uma pousada. Porém a entrada era R$50 por pessoa. Em minha mente, vislumbrei uma vaca passando e ela até tossiu. Não que tenha sido o suficiente para nos convencer a pagar isso para vê-lo. Se era interessante, não sabemos, mas sabemos que do lado de fora era bonito, então, aproveitando que havia um banquinho por lá, ficamos sentados ali observando o pôr-do-sol. 🌇



Ah, e tiramos fotos com essa rinoceronte colorida totalmente aleatória que havia por lá porque sim.


Villa Capivary de Noite, parte 2



Voltamos para a Villa Capivary de noite. Liliam experimentou um vinho quente em uma barraca no meio da rua. Interessante até.

Resolvemos jantar no restaurante da Baden Baden, famosa cervejaria existente em Campos do Jordão. Ao contrário da grande população brasileira, não somos fãs de cerveja, muito menos das artesanais (embora reconheçamos seu grande valor!). Fomos lá porque queríamos um mix de linguiças alemãs. Um tanto diferente. Algumas gostosas, outras meio sem gosto. Pessoalmente, gostei. Tá recomendado. 😋


Dia #2: O dia da chuva e da neblina top

Parque Estadual de Campos do Jordão - Horto Florestal



O dia começou com uma visita ao Horto Florestal. Queríamos fazer a trilha das pontes. É uma trilha que, pelo menos para nós, foi um tanto proveitosa, já que nós, moradores do DF/GO, não conhecemos muito bem esse tipo de vegetação. Caía uma chuva fininha, o que não atrapalhou, muito pelo contrário, deixou o passeio com um charme só.



Liliam deu lições de bióloga no meio do caminho, haha! 😆

O parque serviu para confirmar: amo/sou araucárias. Elas são muito lindas! 

Lá também tinha um arvorismo bem em conta pra fazer. Acho que até faria, mas não tínhamos muito tempo para gastar nisso. Quem tiver tempo e estiver a fim de fazer um, esse parece bonzinho.

O objetivo era visitar também o Borboletário, mas infelizmente estava fechado na Segunda. Quem mandou não se programar em nada? Agora toma!


Almoço na Villa Capivary

Adivinhem.. Depois voltamos na Villa Capivary para almoçar. Escolhemos o Itália Cantina e Ristorante. Tomamos umas sodas italianas e comemos um risoto ótimo. Noobei e nem tirei foto. Acho que estávamos com fome.

Parece estranho, mas cientistas recentemente comprovaram que não há necessidade de se tirar foto da comida antes de comer para conseguir sentir o seu sabor. É um conhecimento que acabou se perdendo no tempo completamente. Foram necessários anos de pesquisa porque as pessoas já não sabiam mais o que é degustar um alimento sem antes postá-lo no Instagram (ou no Stories), e instintivamente passaram a associar o ato a um ativamento do paladar. Curioso, não?

Fábrica de Chocolates Araucária



Queríamos alguns chocolates artesanais, então fomos na Fábrica de Chocolates Araucária. É uma fábrica bem simples. É possível gratuitamente subir em um modesto museu com uma visão da fábrica com os trabalhadores fabricando chocolate, utilizando umas máquinas bem diferentes. É bom para ter uma noção de como funciona, então visite em horário comercial. Tinha uma cascatinha de chocolate, minha vontade era descer e colocar minha língua nela, mas infelizmente querer não é poder tem que ir até o final se quiser venceeeeeer. 🍫

Ah, e os chocolates são uma delícia, tem uma lojinha em que você pode comprá-los.

Gruta dos Crioulos



Subimos até a Gruta dos Crioulos para um pouquinho de história triste em um lugar bonito. O acesso é tranquilo e não há um trilha para chegar ao local. É logo do lado da pista. (as pistas são de terra e bem ruins, então todo cuidado é necessário)

Segundo uma placa, o único sinal de infraestrutura do local, "trata-se de uma norme pedra meio côncava, chata e arredondada no meio da mata, com diâmetro aproximadamente de 30m de altura e 20m de profundidade, podendo abrigar inúmeras pessoas em seu inteior. Há cem anos, a Gruta era um local inacessivel, a qual somente tinam acesso os escravos fugidos das fazendas e caçados pelos capitães-do-mato, muitos dos quais sucumbiram no seu interior. Conta-se através do folclore local que nas noites de lua cheia, quem andar ao seu redor pode ouvir gemidos e o bater das correntes dos crioulos que ali se refugiaram".

Julgo ser uma pena que esse tipo de lugar tão lindo tenha precisado existir para abrigar uma história que jamais deveria acontecer, sendo a longa existência escravidão um capítulo tão nefasto de nossa história. A visita é interessante tanto para sentir a energia do local quanto para tirar belas fotos, pois não deixa de ser um atrativo natural um tanto lindo!😉


Neblina



A seguir, fomos em direção a um mirante cujo nome não me recordo, mas não pudemos seguir, pois havia um aviso dizendo que o caminho era só para 4x4. Resolvemos não arriscar com um carro, ainda mais porque estávamos com carro alugado, né? Nessas serras você fica pensando o que aconteceria se caísse. Só o carro rolando e no final explodindo, em cena digna de novela da Globo. Voltamos achamos um lugar alto em que a neblina era muito forte. Resolvemos descer. 

Curiosidade: Imediatamente um monte de cachorros zumbis raivosos de uma propriedade do lado começaram a latir. Deu vontade de fugir, pensei que eles iriam pular a cerca e nos comer vivos até não sobrar nada, porém só ficaram latindo mesmo, dando susto o tempo todo. Não fôssemos morrer de mordidas, poderíamos ter morrido do coração.

No início, estava tudo cinza e não se via nada. Muito diferente. Era como se estivéssemos dentro da nuvem! Contudo, com o tempo, a neblina foi se dispersando e o que surgiu foi o espetáculo que se pode ver nessas fotos.

Aproveitamos até para fazer alguns vídeos também, haha! 😛 Não deixem de ver o vídeo no início do post, OK? Vejam lá. Viram? Viram, claro, né? Se não viram... vejam.

Engraçado foi que do nada surgiu um outro som, pensamos que um cachorro tinha pulado as cercas, mas não. Surgiram umas vacas. Tinha um vaqueiro. Foi engraçado. Levamos susto por nada.

Logo depois, nossa vontade era ir para a Pedra do Baú. Mas começou a chover muito e a pista ficou perigosa. Isso não nos impediria, e estávamos quase perto do parque da Pedra do Baú, até que percebemos que estávamos quase sem combustível. Já estava chegando na reserva. Que novatos. Ficamos em desespero e resolvemos voltar. Imagina só ficar no meio da serra, com chuva, quase ninguém passando, sozinhos! Foi aí que o Morpheus me apareceu e ofereceu duas pílulas: uma vermelha e a outra azul. Se eu pegasse a vermelha, poderia seguir, mas correria o risco de ficar parado para sempre no meio do nada. Teria de sair do carro no meio da chuva e me fingir de indigente, implorando para que alguém parasse e nos ajudasse nesse mundo tão, tão cruel. Alternativamente, eu poderia pegar a pílula azul, a pílula do conforto, que me faria voltar para Campos do Jordão. Optamos por esta última.

Morro do Elefante



Como chovia, o teleférico não funcionava. É engraçado o tal do teleférico, parece de brinquedo. Então subimos no Morro do Elefante de carro, o que é bem simples. 

Lá em cima não tinha nada de mais, inclusive a infraestrutura era ruim. Como o clima estava cinza, a visão não estava muito boa. Fiquei procurando um elefante, não sei se tinha ou não, mas não achei.

Jantar Final na Villa Capivary

Nossa última janta em Campos do Jordão foi no restaurante Osteria Peretti, de cozinha italiana, pra variar. Estava frio comemos uma lasanha da gostosa!

Dia #3: Indo embora

Feira



Ao lado do Teleférico, havia várias lojas de roupas. Fomos lá pra ver se tinham roupas de couro sintético boas para comprar. Achamos uma azul para a Liliam que ela curtiu. Para mim tinha até algumas bacanas, mas não me animei muito.

O preço tava bom porque, aparentemente, eram da moda do inverno passado. Pra quem não se importa com isso, é uma boa. Disseram-nos que os preços sobem muito quando o frio de verdade se aproxima. 


Vista Chinesa

Para finalizar, fomos para o mirante da Vista Chinesa, na saída de Campos do Jordão, para aproveitar essa vista maravilhosa, com a qual nos despedimos da cidade. Gostamos muito e recomendamos a todos!😁