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Califórnia Highway 1: Roteiro de Road Trip entre Los Angeles e São Francisco em 2 dias

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Roteiro de 2 dias de Los Angeles e São Francisco pela costa, na rota da estrada Highway 1. Detalhes sobre onde parar, passando por Solvang, Carmel-by-the-Sea, Julia Pfeiffer State Park e Hearst Castle.

Uma Road Trip do Barulho

"Garota eu vou pra Califórnia", já dizia Lulu Santos. "Viver a vida sobre as ondas", completava. Pois é, a Califórnia, pelo menos ao meu ver, é esse glamour todo que se ouve tanto em músicas, estampada em camisetas aqui e ali, e um dos destinos mais populares dos EUA. E. se você visita a esse estado maravilhoso, tão diverso em termos de paisagens, uma das coisas que você deve fazer caso tenha tempo é uma road trip pelo menos entre Hollywood, a cidade de Los Angeles, e a incrível cidade da Golden Gate, São Francisco.

Essa road trip é feita pela famosíssima Highway 1. Pensa numa estrada costeira linda. Pensou? Chances grandes de pensar ou na Chapman's Peak, da África do Sul, ou na Highway 1 da Califórnia.

E não vá imaginar que vai pegar o carro em Los Angeles e partir para São Francisco de uma vez. Na-na-ni-na-não! Está proibido de fazer isso! Você tem que ir parando no meio do caminho e apreciando tudo o que tem de bom. Nós fizemos o trecho em 2 dias e meio. Ainda assim, inadequadíssimo! O ideal seriam 3 dias completos, ou então 4. Sério, a quantidade de cidades lindas e pitorescas no caminho é grande, e esse é o nosso roteiro.



Temos esse post em formato de vídeo também caso você queira ver tudo em movimento. Olha, ou você vê o vídeo ou lê esse post. As informações não são complementares, lá no vídeo tem praticamente tudo que tem aqui, exceto que resumido e com um baita de um apelo visual!

Índice

Mini-Guia

Quanto tempo reservar para a Road Trip?

Fizemos o trajeto em 2 dias e meio, mas o ideal seriam 3 dias completos, ou então mais, 4 dias, quem sabe! Pois tem tanta coisa pra ver e fazer. Em 2 dias e meio a gente simplesmente não conseguiu fazer tudo o que planejamos.

Quando ir?

Pode ir em qualquer época do ano, mas o mês de junho é o melhor, pois não tem chuvas e as temperaturas são boas. E eu imagino que mesmo um dia nublado vai estragar muito a paisagem, imagina só uma chuva! Acho que a estrada, que normalmente é bem tranquila, ficaria até um pouco perigosa. Portanto, opte por ir no verão, entre junho e agosto.

Que carro alugar?

Opção #1: Conversível

Alugue um conversível! Ele é baixinho, mas não se preocupe. Mesmo que você suba e desça morro, não passamos sequer por uma pista que não fosse asfaltada. Mas o mais importante é que ele é relativamente barato na Califórnia com relação a outros países e até mesmo com outros Estados dos EUA, e vai fazer a viagem ficar muito mais divertida e interessante!

Vantagens:
  • Sentir a brisa passando pelo seu rosto e pelo seu corpo. Hmmm, delícia!
  • As fotos ficam legais.
  • Ostentação do cacete.
Desvantagens:
  • Sentir a brisa passando pelo seu rosto e pelo seu corpo, exceto que a brisa, muitas vezes, é gelada, e tá mais pra uma ventania. Importante: não adianta pentear os cabelos, eles serão devidamente despenteados. 
  • O porta-malas é bem pequenino. Tipo, pequeno mesmo. Então é necessário viajar leve. Nós fomos com apenas um mochilão.

Opção #2: Carro normal ou SUV

Sempre tem a opção de alugar um carro normal e mais popular, ou, se estiver viajando com mais de 5 pessoas, uma SUV. Ideal para levar a família inteira.

Opção #3: RV

Quem nunca quis alugar um trailer, um o RV? Pois é, tem uma cultura muito forte de RVs lá pelos EUA, e se vê por todo o canto.
Atenção: para os trajetos na Califórnia, a não ser que você invente de fazer um offroad muito louco, não, você não vai precisar de uma 4x4, nem de um carro esportivo. As estradas são asfaltadas mesmo dentro dos parques. Super tranquilo!

Levo dólares em espécie ou cartão?

Isso depende do que você achar mais interessante! Com cartão, você tem uma taxinha malandra do IOF, então vai perder dinheiro no processo. Há quem prefira por comodidade, o que é o nosso caso, mas, de toda forma, não deixe de levar dinheiro em espécie, principalmente para os estacionamentos, pois eles não aceitam cartão. De resto, saiba que tá de boas!

A estrada é tranquila? É bom usar GPS?

A estrada é toda asfaltada, bem sinalizada e tranquilinha, não há de se ter medo. Mesmo que você entre dentro de uma floresta nacional, não se preocupe, pois a estrada, ainda no meio do mato, é asfaltada. Ela é cheia de curvas e isso dá um pouco de medo, mas é só andar devagar e com cuidado que vai dar tudo certo.
Dica: Considere sempre que vai gastar 50% mais de tempo do que o GPS disser. Ou seja, se o GPS disser que vai gastar 2h, considere que irá gastar 3h. Na prática, foi isso que aconteceu.

Qual é a melhor direção: de São Francisco a Los Angeles, ou de Los Angeles a São Francisco?

O caminho de São Francisco para Los Angeles é melhor, pois, nele, você está sempre no lado da pista para o mar, ou seja, pode parar em mirantes no caminho. No caminho que fizemos, de Los Angeles a São Francisco, tinha muito mirante que a gente não podia parar.

Por mais incrível que pareça, dizem, também, que parece outra viagem fazer o caminho contrário, pois as vistas e as perspectivas da estrada que você acaba vendo são totalmente diferentes. Deu até vontade de voltar pra Califórnia um dia e fazer o caminho São Francisco a Los Angeles!

Onde se hospedar no meio do caminho?

Na boa, você pode se hospedar em qualquer cidadezinha. Como era alta temporada, a gente teve que reservar tudo por antecedência, mas, do contrário, você pode reservar na hora.

As opções são moteis de estrada, hoteis, campings e airbnbs. O único problema é que eu achei tudo muito caro, principalmente se for hospedar nas cidades mais badaladas, como Santa Bárbara ou Carmel-by-the-Sea. Então fomos tudo de airbnb em cidades que ninguém conhece! Nesse caso, nos hospedamos em duas cidades ao longo do caminho, que foram as seguintes:

  • Lompoc (link do airbnb): ficamos hospedados em um quarto de uma casa na cidade. A cidade é bem simples e bem pequena, mas ainda assim tem aeroporto e tudo o que uma cidade grande deveria ter. Reflita sobre isso.
  • Templeton (link do airbnb): uma cidade rural com várias fazendas. Nesse caso, ficamos em um quarto de uma fazenda até muito bonita, adoramos! E teve até um gatinho que ficou seguindo a gente por tudo quanto é canto e virou nosso amiguinho, risos.

Roteiro

Dia #0


Pier de Santa Mônica

Partimos do Pier de Santa Mônica. Como estava cheio! Mas é um ambiente bem legal, com um parque de diversões, várias pessoas caminhando, alguns artistas cantando, e a brisa do mar, é claro, gentilmente passando por nós! Hmm, como eu sou poético, que loucura!

Primeiro demos uma voltinha em cima do pier, mas o negócio tava cheio demais, era difícil de transitar. Que loucura, impossível não esbarrar em alguém! Mas deu vontade de entrar pelo menos na roda gigante, não fossem a fila grande e a nossa falta de tempo também!
Então descemos até a praia, onde tivemos duas grandes surpresas: primeiro, tava cheio. Na verdade, eu poderia comparar facilmente com Copacabana, tamanha a quantidade de gente lá. E, pra variar, brasileiros, claro. Onde tem praia tem brasileiro. A segunda grande surpresa foi que a água estava totalmente entrável. Não estava gelada. Na verdade, tava é agradável! Não sei se é porque a gente tinha a expectativa de que encontraria uma água extremamente gelada, mas, assim que botamos o pé nela, percebemos que estava boa. Mas não levamos roupa de banho, então ficamos somente na vontade.
Daí a gente aproveitou e curtiu um pouco a parte embaixo do pier. Apesar dos pombos infinitos que tem lá e as grandes chances de levar uma bela de uma cagada pombal (pruuuu). Sinto que já vi em vários filmes, com a galera se agarrando fortemente! Esses piers são muito típicos nos EUA, e eu acho bem massa!
Estacionamento: sem dúvidas a Califórnia é muito tranquila, mas isso não significa que você não será esfaqueado. No caso, quem te dá a facada são os donos de estacionamentos. Assim que chegar em Santa Mônica, vai notar que é quase impossível estacionar na rua, então procurará um estacionamento. Os que estão perto do pier são uma facada. Lembro-me bem de entrar em um deles e a mulher dizer, sorrindo, que eram apenas $50 dólares para ficar o dia. Então tem que dar uma voltinha nas quadras mais atrás.

Para você não perder tempo, já indicamos o que ficamos, que foi o SP+ Parking que você pode achar aqui. Gastamos apenas $5.

Santa Bárbara - Stearns Wharf

Pegamos estrada e passamos rapidamente por Santa Bárbara. A ideia, na verdade, era passar a tarde inteira lá, mas chegamos tarde e cansados, então a única coisa que fizemos foi visitar o seu pier.

Lá, jantamos no Moby Dick Restaurant, um restaurante em homenagem à famosa baleia assassina Moby Dick, haha! Acho que o restaurante matou a nossa fome!
São dois andares. No andar debaixo tem comida mais gourmet, enquanto, no de cima, é comida de barzinho. Somente o andar de cima estava aberto, então foi para lá que fomos. É um restaurante especializado em frutos do mar, e tinha até coisa bonita lá, mesmo no andar de cima, mas acabamos comemos hamburger, pra variar, simplesmente porque era o que tinha de mais barato no cardápio (como somos mãos de vaca, que loucura). Sabia que voltaria roliço da Califórnia, mas pelo menos não voltaria pobre. Acabei voltando roliço e pobre ao mesmo tempo.

Ah, se tiver mais tempo, não deixe de visitar a cidade de Santa Bárbara mais detalhadamente. Infelizmente não tivemos tempo, mas há muito o que ver lá. É uma cidade bem fofinha, dá vontade de apertar.

Lompoc

A seguir, fomos para uma cidade chamada Lompoc, onde alugamos um Airbnb e dormimos. Caso queira alugar esse quarto também, acesse aqui.

Dia #1


Solvang

Dormimos em Lompoc, e, já no outro dia, a gente partiu para uma cidade bem diferente no condado de Santa Bárbara, que poucos conhecem e é absolutamente imperdível. Fomos para Solvang!
Ela é uma cidade de origem dinamarquesa. Tem uma população de 5.802 habitantes, e é de um charme só. Pra ser sincero, me lembra um pouco Campos do Jordão ou Gramado, no Brasil, apesar de que estas são de origem alemã e italiana, enquanto Solvang é de origem dinamarquesa.

Nós basicamente andamos por duas ruas, a Copenhagen Drive, onde há o Tivoli Square, e pela rua principal, a Mission Drive.
É uma cidade muito florida, muito agradável, queria ficar o dia inteiro lá!  Mas tivemos que passar bem rápido pelos locais. Chegamos a almoçar num restaurante chinês incríel, o Mandarin Touch, na minha opinião o melhor restaurante da trip inteira, e passar por uma loja de antiguidades massa, a Renaissance Antiques.

Hearst Castle

Site oficial: http://hearstcastle.org/

Partimos, logo depois, para o icônico Hearst Castle, que fica próximo de San Simeon!

O castelo foi construído de 1919 a 1947 para William Hearst, um empresário e político que queria uma "modesta" casinha. Quando morreu, o castelo foi doado para o estado desde que os membros da família Hearst pudessem usar à vontade. Por isso, pode-se fazer tour por dentro e por fora desse lugar.
São vários os tours disponíveis e você pode conferi-los no site oficial. Somente é possível entrar no castelo por meio de um tour guiado. Não é possível ver todos os cômodos do castelo em um único tour, então você terá de escolher. Achei uma logística esquista, mas beleza. Nós optamos pelo Grand Rooms Tour. De toda forma, ao final de cada tour, você é liberado na parte externa do castelo para curtir os jardins livremente como bem quiser até o seu horário do fechamento.
O castelo fica no topo de uma colina, então, assim que você chega, você estaciona o carro, entra em uma recepção e compra tickets para subir até o castelo em um ônibus do estabelecimento. No ônibus, além da bela paisagem que você pode apreciar, tem um áudio gravado explicando sobre a história do lugar, e é interessante.
Chegando lá em cima, fomos seguindo o nosso guia, que foi até uma entradinha no canto do castelo, e nos guiou por diversas salas, cada uma mais chiquerérrima que a outra. É pra se sentir pobre mesmo, este é o objetivo deles! Ao final, visita-se um cinema, onde se assiste um vídeo sobre a história do castelo, contendo umas filmagens da época da sua bisavó.
Na saída, ficamos livres para ver os jardins! Olha, vou dar uma exageradinha, mas diria que é tipo uma versalhes californiana esse lugar, tamanha a ostentação. Os jardins são belos e fizemos várias filmagens nele, que vocês podem conferir no vídeo! Além de ser pra lá de fotogênico, sem dúvidas!
Só que aquela história de que pode ser usada pela família Hearst a qualquer momento era verdade, pois fomos enxotados do castelo por causa de um evento e não pudemos ver tudo. Que peninha!

Na saída, você passa por uma piscina interna, a piscina romana.
Curiosidade: Lady Gaga usou as dependências do castelo para filmar o clipe da música GUY
Dica: se possível, compre os ingressos com antecedência no site do Hearst Castle.

Pier de San Simeon

Na volta, demos uma paradinha no Pier da cidade de San Simeon. É um pier bem simples, mas o clima tava super agradável e pudemos aproveitar.

Templeton

Dirigimos até Templeton. Eu estava dirigindo e não notava nada, mas Liliam olhou pra trás e falou: "nós precisamos parar!". Quando paramos e eu vi o que estava acontecendo, tive que concordar. Que pôr-do-sol louquíssimo!

Claro, tivemos de registrá-lo em fotos.
 
Seguimos, portanto, para Templeton, onde dormimos em um quarto de uma casa em uma fazenda, que alugamos no airbnb.

Dia #2


Los Padres National Forest

Saímos de Templeton. A ideia era então seguir pela Highway 1, a estrada costeira que liga Los Angeles e São Francisco, porém havia uma parte dela interditada, então tivemos que fazer passar pela Los Padres National Forest, onde há uma área militar, onde ficamos perdidos e desesperados, mas tudo bem, HAHA! E, então, literalmente subir e descer uma montanha de quase 3.000m com relação ao nível do mar. O nível das curvas era de assustar! Mas deu tudo certo! Estamos vivos! Yaaay!

Julia Pfeiffer Burns State Park


Entramos na Highway 1 incrível. A região é a do Big Sur. E nossa primeira parada foi no Julia Pfeiffer Burns State Park. Chegamos lá, estacionamos, pagamos o estacionamento com um mecanismo muito diferente: você pega um envelope, coloca o dinheiro nele, deposita em uma caixinha, e coloca um papel no para-brisas indicando que você pagou o estacionamento, e qual é o número do envelope de estacionamento. Diferente, né? Você precisa ter o dinheiro certinho, pois não tem ninguém pra trocar. Curioso como eles confiam bem na população, confiam que irão pagar!
O parque tem várias trilhas e você poderia passar uma tarde inteira lá, mas ele é conhecido pela sua trilha principal, que é bem rapidinha, de uns 10 minutos, e termina em uma vista para uma cachoeira que cai diretamente na praia. É pra lá de bonito! Infelizmente, não dá pra chegar perto, então terá de se contentar com a cachoeira caindo lá no fundo!

Bixby Creek Bridge

A próxima parada foi a Bixby Creek Bridge, que essa ponte icônica de 1932, uma das pontes mais altas do mundo. Não tem como perdê-la, basta seguir na Highway 1. Tem dois estacionamentos, um de cada lado da pista, que você pode acessar gratuitamente, embora sejam bem limitados. Talvez precise esperar alguém sair de uma vaga. Daí é só curtir o visual surreal desse trecho da estrada!

Carmel by The Sea

Misón de San Carlos Barromeo de Carmelo
Site oficial: https://carmelmission.org/

Chegamos na charmosa cidade de Carmel by the Sea, e a primeira atração visitada foi a Misión de San Carlos Borromeo de Carmelo, onde há uma basílica e um exuberante jardim. Fundada em 1770, quando o território da Califórnia ainda pertencia ao México, é uma missão clássica espanhola de arquitetura com estilo mouro e hoje é um Marco Histórico Nacional.

As casas de Carmel by the Sea são muito bonitinhas. Andamos pela vizinhança para ver como são. A impressão que tenho é que a prefeitura botou uma simples regra: se sua casa não for fofa, então ela não pode estar em Carmel! Estou aceitando uma mansão dessas de presente, OK? Valeu!

Carmel Beach
Seguimos para a deliciosa Carmel Beach, onde nosso objetivo era assistir a um belíssimo pôr-do-sol. A praia com certeza não é a mais bonita que há, mas está dentre as mais agradáveis. Na água não se entra, tem de ser muito corajoso. Mas é lindo ver as famílias brincando ou caminhando, ou andando com os pets, na mais absoluta paz.

Monterey

Por fim, demos uma passadinha rápida em Monterey, na região em volta do Áquario de Monterey, que, infelizmente, já estava fechado.


São Francisco

A seguir, seguimos para São Francisco, finalizando o trajeto. Caso queira ver sobre o que fazer em dois dias em São Francisco, acesse o nosso post!

Espero que tenha gostado desse post. Caso queira saber mais alguma coisa, use a parte dos comentários, e poderemos respondê-los assim que possível!

Sugestão de Dia #3: Se tiver mais tempo, onde parar também?

Os pontos abaixo infelizmente não tivemos como visitar porque nos faltou tempo, mas estavam em nossa programação. Eles ficam entre Monterey e São Francisco, e parecem muito bonitos. Fica aí a sugestão, ao invés de ir de Monterey direto pra São Francisco, ir parando nesses lugares em um terceiro dia.

Para ser sincero, minha vontade é de chorar ao ver essas imagens, mas, beleza, a gente sempre pode voltar pra Califórnia, certo? E, quando voltarmos, substituiremos as fotos com as nossas próprias!

Vale lembrar que não visitamos esses lugares, então, excepcionalmente, as fotos não são nossas. Mas foram obtidas gratuitamente do site Unplash.com, que possui imagens para uso livre para qualquer propósito.

Natural Bridges State Beach

Foto de Isaac Ordaz disponibilizada no Unsplash (link)

Parque Estadual em que você pode encontrar essa pedra furada. Ela parece ser linda, mas, queria dizer não, mas é uma cópia descarada da Pedra Furada de Jericoacoara, haha! Poxa vida hein, cadê a criatividade, mãe natureza?

A praia é aberta ao público e pode-se nadar, surfar, fazer trilhas e várias atividades. Também tem uma área de preservação de borboletas, que é possível visitar entre outubro e fevereiro, e exige um tour guiado.

Año Nuevo State Park

Foto de Adam Griffith disponibilizada no Unsplash (link)

Este é um Parque Estadual com uma praia onde você pode observar leões marinhos, então, para quem quiser vê-los, é uma boa oportunidade! Para vê-los, é necessário um tour guiado.

Pigeon Point Lighthouse

Foto de Jose Magana disponibilizada no Unplash (link).
Um farol, designado um Marco Histórico da Califórnia, construído em 1871 para guiar os navios que passavam por essa costa da Califórnia na época. Infelizmente, em 2018, não é possível entrar nela, pois está fechada para reformas. Mas, mesmo assim, a vista do lado de fora é bela!

Half-Moon Bay

Foto de Colin Maynard disponibilizada no Unsplash (link)
Half-Moon Bay é uma cidadezinha charmosa com essa praia de visual nada menos do que magnífico. Pode ser uma das últimas paradas da Road Trip. 

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